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Especialistas alertam para riscos no manuseio impróprio de óleo em praias do Nordeste

Conselho Federal de Química alerta que contato com manchas de óleo pode causar câncer. Inalar os elementos que estão no ar pela evaporação desse óleo também é perigoso. Dermatite de contato irritativa é outra das consequências.

 

Entrar em contato com as manchas de óleo que aparecem desde agosto no litoral nordestino traz riscos à saúde e pode até mesmo causar câncer. O alerta foi feito nesta quarta-feira (23) pelo Conselho Regional de Química de Pernambuco. Em Pernambuco e no Ceará, voluntários relataram reações e precisaram ser medicados.

Segundo a presidente do Conselho Regional de Química de Pernambuco, Sheylane Luz, substâncias presentes no petróleo cru estão entre os compostos mais tóxicos do óleo nesse estado. Os hidrocarbonetos poliaromáticos (HPA) têm baixo peso molecular e acabam se misturando com a água.

A volatilidade do material aumenta o risco de contaminação e por isso, para esta especialista, luvas e galochas não são suficientes para a proteção de voluntários.

“Apenas indivíduos devidamente treinados e com equipamentos e vestimentas seguras podem manusear esses compostos”, defende Luz.

O professor de engenharia química Ronaldo Gonçalves alerta para os danos ambientais e sanitários ocasionados pela presença deste óleo pesado no mar. “Para a saúde humana e para os seres vivos em geral ele é danoso”, explica. “Vai causar irritações na pele, nas mucosas, e a longo prazo ele pode causar mutações orgânicas porque tem compostos cancerígenos que podem se manifestar.”

Os perigos da inalação

Inalar os elementos que estão no ar pela evaporação desse óleo também é perigoso, explica o toxicologista Anthony Wong.

 

O petróleo é uma mistura de centenas de substâncias de decomposição – bactérias e fungos, além de hidrocarbonetos. Quando o petróleo fica no mar e é submetido ao calor, evapora e com isso as substâncias podem ser inaladas.

Wong dá uma orientação importante: “idosos, crianças, grávidas, pessoas com baixa imunidade e com doenças crônicas devem evitar ao máximo o contato com o óleo”.

 

Contato com a pele

De acordo com a dermatologista Márcia Purceli, o manuseio sem a proteção adequada pode causar danos à pele, como uma dermatite de contato do tipo irritativa.

Os sintomas da dermatite são: coceira, vermelhidão e descamação. Eles podem aparecer em até 24 horas após o contato. “O sintoma nem sempre é imediato. Pode ser na hora ou um dia depois”, explica a dermatologista. As regiões mais acometidas são as mãos, dedos e rosto.

 

Se houver contato com o óleo, o recomendado é lavar rápido com bastante água e sabão neutro. Para os olhos, a indicação é o uso de soro fisiológico. Caso perceba os sintomas da dermatite, a pessoa precisa usar uma pomada de corticoide.

 

“O ideal é passar primeiro em um médico, mas a pessoa pode usar por até sete dias a pomada. Deve-se passar só na região onde está a vermelhidão, a coceira”, completa a dermatologista.

Quero ajudar. Como devo me proteger?

Especialistas alertam que há riscos para os voluntários e recomendam que apenas indivíduos preparados e devidamente protegidos entrem em contato com o óleo derramado no litoral brasileiro.

Para a química Luz, mesmo o contato com a água do mar nas regiões afetadas é desaconselhado e perigoso, afinal, luvas e botas não protegem todo o corpo e com isso é inevitável o contato da água com a pele.

Por sua parte, a ONG Greenpeace defende que a limpeza de praia tem que ser feita com o uso de equipamentos de segurança por conta da alta toxicidade deste óleo.

 

 

Fonte: g1.globo.com/bemestar/noticia

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