Cena exibida nesta quarta levanta debate sobre o uso e os riscos da manipulação dos análogos de GLP-1 e a importância da informação em saúde.
A cena passou rapidamente na novela das nove da Rede Globo, “Três Graças”, desta quarta-feira, 28 de janeiro. Em um diálogo entre uma advogada e sua assistente, surge um tema que hoje domina consultórios, redes sociais e rodas de conversa em todo o Brasil: o uso de medicamentos injetáveis para emagrecimento.
Na trama, a advogada relata a defesa de um caso de efeitos colaterais sérios. A cliente não tinha diabetes, não tinha obesidade, mas recebeu a prescrição de um medicamento antiobesidade injetável — uma chamada “caneta emagrecedora”.
O desfecho foi dramático: um efeito adverso grave, associado à manipulação em larga escala de um produto que, por norma, deveria ser manipulado apenas de forma excepcional e pontual.
É ficção? Sim. Mas é, sobretudo, realidade. Manipulação não é indústria: os riscos que precisam ser ditos.
Os riscos da manipulação de medicamentos que pouca gente conhece
O diálogo da novela toca em um ponto sensível e pouco compreendido pela população: medicamentos manipulados não seguem o mesmo padrão de segurança da indústria farmacêutica. Ainda mais em produtos que possuem patente.
Saiba mais: Novela “Três Graças” exibe riscos das canetas emagrecedoras manipuladas | Veja Saúde






