Cigarro eletrônico não trata tabagismo e ainda traz riscos graves à saúde.

Ele ganhou novos formatos, cores e “sabores”, mas o cigarro eletrônico (ou vape) já é um antigo conhecido. Desde que surgiu, vem cativando cada vez mais adeptos. Há muitos que começam a usar os DEFs (dispositivos eletrônicos para fumar) por pura curiosidade, enquanto outros tentam utilizá-los como substituição do cigarro “tradicional”, de papel.

E, de fato, os cigarros eletrônicos possuem uma quantidade menor de substâncias tóxicas do que os cigarros analógicos. No entanto, ele não é inofensivo, tampouco “saudável”, embora a indústria por trás dele tente passar essa ideia.

Cientistas já identificaram diversos componentes tóxicos e cancerígenos na composição desses dispositivos, entre eles a nicotina, presente na grande maioria, sendo a droga responsável por causar dependência

O ponto é que esses produtos, vendidos facilmente principalmente na internet, com um preço acessível, dependendo do modelo —com média de R$ 80 os descartáveis—, são proibidos pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) no Brasil, o que dificulta o controle de sua comercialização e até que mais estudos sejam feitos. Sua liberação, inclusive, é vista com preocupação.

Saiba mais: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2022/02/14/cigarro-eletronico-nao-trata-tabagismo-e-ainda-causa-riscos-graves-a-saude.htm