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Dólar volta a fechar estável com expectativa por Previdência e leilão do BC

A moeda norte-americana encerrou o dia em leve alta de 0,04%, a R$ 3,7451

 

O dólar fechou novamente perto da estabilidade nesta terça-feira (26/2), repetindo o movimento da segunda-feira. Nas mesas de câmbio, prossegue a cautela sobre a tramitação da reforma da Previdência, mas o enfraquecimento da moeda americana no exterior, que se acentuou na parte da tarde, fez o dólar zerar a alta que vinha mostrando desde a parte da manhã. Operadores relatam que os investidores aguardam o leilão de linha que o Banco Central fará nesta quarta-feira (27/2) de US$ 3 bilhões, que é a venda de dólares à vista com compromisso de recompra. O dólar à vista terminou o dia em leve alta de 0,04%, a R$ 3,7451.

As mesas de câmbio começaram o dia antecipando compras da moeda americana, por causa do feriado de carnaval, que mantém o mercado de moedas fechado aqui, mas não nos Estados Unidos. Com isso, a cotação do dólar futuro acabou sendo negociada abaixo da moeda no mercado à vista em boa parte do dia. Mas o movimento perdeu força na parte da tarde, em meio às expectativas dos eventos para os próximos dias. Por conta dessa antecipação, o volume de negócios no mercado à vista foi acima da média dos últimos dias, ficando em US$ 1,6 bilhão. No mercado futuro, a liquidez também aumentou, somando US$ 19 bilhões. O dólar para março fechou em queda de 0,21%, a R$ 3,7440.

Na reforma da Previdência, pesquisa da XP Investimentos com parlamentares mostra que 58% dos deputados e 64% dos senadores preveem que o texto seja votado até junho na Câmara, mas eles não concordam com uma das principais mudanças do texto, o estabelecimento da idade mínima de aposentadoria de 65 anos para homens e 62 para mulheres: apenas 27% dos deputados e 32% dos senadores disseram apoiar essas idades. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) reafirmou acreditar que o texto chegue na Câmara em final de maio ou início de junho, mas causou desconforto nas mesas a afirmação do deputado de que o governo não tem base hoje nem para aprovar a autonomia do Banco Central, que precisa de maioria simples dos votos. “Hoje o governo tem o PSL na base e não tem mais partido algum”, disse ele, cobrando maior articulação de Jair Bolsonaro.

Em sabatina no Senado, o novo presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, defendeu o avanço da reforma da Previdência e disse que “vale refletir” se o preço que o país paga por carregar volume alto de reservas internacionais vale a pena. Na avaliação do economista e sócio da Tendências Consultoria Integrada, Gustavo Loyola, ex-presidente do BC, o discurso do novo presidente sinalizou continuidade da forma de atuação do BC, sem maior rupturas.

Para Loyola, a aprovação da reforma da Previdência é essencial para o dólar cair de forma mais consistente, pois a aprovação deve atrair fluxos de capital externo. “Se tiver melhora com relação a situação fiscal, o País tem espaço aberto para a queda do prêmio de risco, pode atrair maior fluxo de capital, que deve apreciar o real”, disse ao Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

 

 

Fonte: /www.correiobraziliense.com.br

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